O Velho que Lia Romances de Amor

Para leres o início da obra, clica na capa.

AQUI um prefácio do autor, Luis Sepúlveda, em que relata um pouco da sua própria experiência na selva amazónica, que veio a dar origem à sua obra.

AQUI, podes aceder à obra integral.

Lê alguns excertos da obra.

Dois dos temas fundamentais na obra são

  • a relação do Homem com a natureza
  • e a relação entre diferentes povos e raças .

(Re)lê a obra dando particular atenção a estes aspectos.

 Conhece alguns locais referidos na obra:

     

 

       

Conhece alguns animais referidos na obra:

     

Conhece dois dos livros referidos na obra:

 

Sabias que…

… durante o mês de Janeiro, Luis Sepúlveda é oAutor do mês na biblioteca da ESPBS. Não deixes de visitar a exposição!

… em Setembro, O Velho que Lia Romances de Amor foi oLivro do mês na biblioteca da ESPBS?

… esta obra está traduzida em praticamente todo o mundo?

… em 1988, a obra O Velho que Lia Romances de Amor foi galardoada com o Prémio Tigre Juan?

… em 1992, a revista Lire considerou O Velho que Lia Romances de Amor uma das 20 melhores obras publicadas em França nesse ano?

… em 2001, O Velho que Lia Romances de Amor foi adaptada ao cinema, com realização de Rolf de Heer?

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6 respostas a O Velho que Lia Romances de Amor

  1. Pedro Campos 10C diz:

    “O Velho que Lia Romances de Amor”

    É uma história extremamente agradável e repleta de simplicidade, prendendo-nos à leitura de princípio a fim.

    Está história, tem como personagem principal José António Bolívar, o velho sábio da floresta.
    Este, que era um homem muito solitário, tentava compensar a mesma refugiando-se nos romances de amor que lhe permitiam imaginar a paixão e ao mesmo tempo resgatar o passado.

    Bolívar, sendo um homem muito sábio e com um conhecimento profundo da floresta, devido a muitos anos de observação e convivência profunda com os Xuar, onde aprendeu técnicas medicinais, de caça, entre outras, é a ele que todos recorrem para os mais diversos assuntos.

    Onde, os inimigos dos Xuar e também de certa forma os seus, são os garimpeiros, pois segundo ele” …os colonos devastavam a floresta construindo a obra-prima do homem civilizado: o deserto.”

    Mas, para o homem branco os seus inimigos são os seres da floresta, tais como a onças, os ursos ou os micos (pequenos macacos), talvez pelo simples facto de os “ditos homens civilizados” não saberem viver em comum com a natureza.

    Por fim, José António Bolívar acabou por matar a onça, pois este ama a natureza, mas também ama o homem, e neste caso era a melhor solução para os dois.

    Sem mais considerações, recomendo vivamente a todos que leiam este livro, pois iriam adorar, e além disso iriam aprender com ele.

  2. Andreia Mendes - 12º B diz:

    O romance «O Velho que Lia Romances de Amor» vem ao encontro da grande capacidade de imaginação do ser humano, que a partir de um simples acontecimento no seu dia-a-dia consegue inventar uma história cheia de aventura, com heróis e cobardes. Este, para mim, foi um dos aspectos mais interessantes do livro.
    Uma obra de fácil leitura e escrita simples, contudo, rica em ensinamentos para os seus leitores: desde o conhecimento de uma passagem da história do homem, a perseguição dos índios pelos novos povos chegados ao novo continente, bem como as maravilhosas práticas e crenças deste povo.
    A tribo presente «No Velho que Lia Romances de Amor» designa-se por Shuar e amava sobretudo a natureza, conhece todos os cantos da Amazónia e o mais importante não a destrói. Sabiam reciclar e protegê-la, algo que os colonos não faziam, para além de destruir grande parte desta floresta para fins lucrativos. A tribo tinha o cuidado de não matar crias ou fêmeas prenhas, de não destruir o habitat dos outros animais, de se mudarem de 3 em 3 meses para a terra poder recuperar de novo o seu estado puro… Deste modo, outro dos ensinamentos que retiramos deste livro é o cuidado que devemos ter com o nosso habitat, desde reciclar, reutilizar, reduzir, entre outros, todos os resíduos.

    Assim, recomendo este romance sem devendar mais pormenores da história.

    Andreia Mendes, 12ºB

  3. Elisabete S. Mendes, 12A diz:

    “O velho que lia romances de amor” foi o primeiro livro que li de Luis Sepúlveda e que me fascinou de início ao fim, tendo mudado a minha perspectiva de ver o mundo, através das constantes retrospecções que fui fazendo durante a leitura do mesmo.
    Trata-se de uma obra pouco extensa, de leitura leve, repleta de peripécias, aventura e com uma quota-parte de romance que não torna a obra maçadora nem delicada em demasia. Evidencia-se também a crítica à sociedade materialista e, a partir da qual, podemos retirar várias lições de vida.
    O velho, António Bolívar, tem um enorme simbolismo ao longo de todo o enredo. Mostra a força de vontade, a persistência, astúcia, a inteligência e, o mais importante, a simplicidade. Desprovido de futilidades e de intenções de cobiça, é a imagem de António José Bolívar que tenho muitas vezes presente na minha mente com o intuito de me tornar uma pessoa melhor.
    Deste modo, esta obra nunca ficará esquecida, pelo que tenciono, um dia, relê-la. Irei aconselhá-la a quem uma opinião me pedir, assim como tenho vindo a fazer.

  4. Rosa Oliveira, 12º B diz:

    O livro “O velho que lia romances de amor” demonstra-nos que o homem pode viver em harmonia com a natureza, apesar de esta apresentar vários perigos, sem que seja necessário destruí-la. A leitura deste livro revelou-se interessante, pois a primeira impressão que tive é que se travava de um romance, de uma típica história de amor, todavia revelou-se uma surpresa. Conta-nos a história de um homem que todas as noites lia os seus romances de pé com uma lupa, sendo este o seu momentos de refúgio, o momento em que se dedicava aos sonhos e descobertas, de algo que para si era desconhecido. Revela-nos também ensinamentos por parte de uma tribo denominada Shuar que vivia na floresta amazónica, contudo em harmonia com esta, já que tirava proveito desta sem a prejudicar, sem destruir os habitats, a fauna e flora.
    Revelou-se assim uma agradavél leitura pois verifiquei que o homem pode viver em conjunto com a natureza, e com o bom que esta tem para oferecer sem a destruir, e também conhecer algumas regras de sobrevivência necessárias num local como a grande floresta amazónica.
    Acho sem dúvida que é uma excelente escolha de leitura!

    Rosa Oliveira, nº 25 12º B

  5. Pedro Oliveira, 12ºB diz:

    Inicialmente, “O velho que lia romances de amor” era, para mim, um livro que “tinha que ler” para poder ter um desempenho minimamente bom no concurso. Contudo esse pensamento mudou completamente assim que comecei a ler a obra.
    A obra consegue criticar a sociedade, dar lições de vida, ensinar a respeitar, enquanto mostra algumas aventuras que aconteceram durante uma parte da vida de António José Bolívar. Este é o protagonista da obra e com o qual o leitor se “envolve” de um modo muito pessoal conseguindo identificar-se, ou não, com ele. A acrescentar à personagem protagonista, há o local onde se passa toda a acção que nos remete para um certo mistério, não fosse este a Amazónia, que percorre também toda a história. É fascinante a personalidade do velho e aquilo que significa na história, o que acaba por dar ênfase ao desenlace, que a meu ver vem ao encontro da mensagem do livro.
    Foi o primeiro livro de Luis Sepúlveda que li, mas apesar disso, o modo leve e descontraído como este escreve incentivou-me a ler outras obras bem como a reler, mais tarde, esta e sugeri-la.

  6. juliano diz:

    top de linha.

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