Um Homem com um Garfo…

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Contracapa

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Aqui podes ouvir um excerto da obra wmp.png

 

Lê alguns excertos da obra

Excerto pp. 68-69 Excerto p. 120

Descobre mais sobre este livro…

Prémio Pulitzer 1994 – A menina e o abutre, Kevin Carter

 

Kevin Carter - O abutre e a menina sudanesa

O que diz o autor…

Os acontecimentos relatados neste livro são fictícios e os seus protagonistas não se assemelham com uma pessoa ou pessoas, vivas ou mortas, que possam ter traços comuns com eles na actualidade ou no passado; no entanto, a sua origem parte de um facto real recente, o suicídio de um famoso fotógrafo. […] Infelizmente, e duran­te anos, as matanças de camponeses e indígenas têm sido correntes em muitas zonas da América Central e da América do Sul […]. Actualmente, em Chiapas, os grupos parami­litares e a polícia continuam a massacrar indígenas indiscri­minadamente. Para o mundo, são apenas notícias isoladas que aparecem nos jornais. Para eles, é a vida.

Curiosamente, acabei este romance um mês antes da matança de Acteal, em Chiapas (Dezembro de 1997), onde foram massacrados quarenta e cinco indígenas, basicamen­te mulheres e crianças, o que desencadeou um escândalo internacional de grandes proporções. […] Se situei a história em Chiapas foi, ape­nas, porque é um dos pontos do planeta onde a situação dos indígenas há anos que é desesperada e, tal como foi demonstrado com os acontecimentos de Ameal, a minha história teria sido possível. Infelizmente, veio a sê-lo.

Jordi Sierra i Fabra

 

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8 respostas a Um Homem com um Garfo…

  1. Eduardo Araújo, 12º G diz:

    Impressionante! Um livro que prende o leitor, pelo menos a mim prendeu. Muito diálogo e acção! Adorei esta história! O jornalista, o irmão mais novo da vítima (o fotógrafo) quis descobrir toda a verdade sobre o suicídio do irmão, e mesmo correndo risco de vida, levou a verdade até ao fim e descobriu todo aquele mistério.

  2. Fábio Costa, 12º H diz:

    Gostei bastante, essencialmente da parte da viagem de Isaac e quando é preso e se apercebe de todo o horror existente naquele lugar. Este livro dava um bom filme!

  3. Ricardo Machado, 12º H diz:

    Este é um livro fácil de ler, é de fácil compreensão. É parecido com um policial, pois chama muito a atenção do leitor porque só nas últimas páginas do livro é que sabemos o significado da frase “Um Homem com um Garfo uma Terra de Sopas” e também porque se suicidou o irmão de Isaac.

  4. Liliana Roriz, 12º C diz:

    Gostei muito de ler este livro, apesar de ser bastante curto e, por isso, o final se desenvolver demasiadamente rápido, na minha opinião.
    No entanto, foi uma obra que se mostrou agradável pela sua simplicidade, quer a nível de ideias, quer a nível de escrita, e pelo facto de ser baseada em factos reais e nos ensinar uma lição muito importante.
    Para saberem qual é essa lição, têm mesmo que ler o livro.

  5. Helena Faria, 12 H diz:

    Durante o primeiro período, para além do Amor de Perdição, li Um Homem com um Garfo numa Terra de Sopas, de Jordi Sierra i Fabra. Este livro também estava seleccionado para o Concurso Nacional de Leitura, motivo que me levou à sua leitura.

    Este livro conta-nos uma história de um jovem jornalista, Isaac Soler, que recebe a notícia de que o seu irmão, Chema Soler, se suicidou. Chema era um fotógrafo bastante conceituado, que tinha acabado de receber um importante prémio, World Press Photo, que era desejado por todos os fotógrafos. Perante esta situação, como Isaac não conseguia perceber o motivo do suicídio do seu irmão, quis tentar descobrir o que o levou a tal atitude, e para isso sujeitou-se a alguns obstáculos. Um deles foi no México, onde chegou a ser preso e torturado, onde depois alguém o mandou libertar e lhe contou o motivo da morte de Isaac.

    Durante toda a leitura deste livro, o que mais admirei foi a coragem que Isaac teve em enfrentar os obstáculos que encontrou para descobrir a morte do seu irmão. Não é qualquer pessoa que dorme no quarto em que o irmão se suicida, que vai falar com prostitutas para obter informações, que vai para o México sozinho, que visita Chiapas mesmo sabendo que lá só existem fantasmas…

    Achei este livro bastante interessante, apesar de este não ser o tipo de livros que estou acostumada a ler, pois habitualmente leio romances.
    Neste livro não há nenhuma situação de que eu tenha gostado menos, pois durante toda a leitura estava bastante interessada no enredo, que apresenta algum suspense, por isso enquanto lia estava sempre curiosa em saber o que ia acontecer a seguir. O livro captou a minha atenção de princípio a fim.

  6. Nuno João - 12.º G diz:

    Ao longo da minha ainda curta vida, esta foi-me ensinando que não podemos dizer que não gostamos de algo sem primeiro experimentar. Tem sido o que me tem acontecido ao longo deste ano lectivo, pois a ideia que tinha em relação à literatura está a mudar. Agora, e mais do que nunca, por causa deste livro, “Um Homem com um Garfo numa Terra de Sopas”, que realmente me fascinou.
    Este livro expõe-nos uma série de sentimentos contrários, a alegria e o êxtase quando reconhecem o nosso árduo trabalho,mas também a tristeza de perder o nosso fio condutor, a pessoa que nos alerta para a vida e que faz tudo para nosso bem.
    Ao longo desta obra, apercebi-me de que estava, em alguns momentos, a fazer o mesmo papel que o autor protagoniza, ou seja, o de escrever a história, pois tentava prever por que razão Chema se suicidou e confesso que um pensamento esteve sempre presente, mesmo inconscientemente, em todas as razões que eu encontrei: o sofrimento. O trabalho que Chema tinha obrigava-o a ter sempre o sangue frio, a ser insensível para com o sofrimento dos outros,que ele alcança através da lente, a estar sempre em viagem e à procura da frame ideal para depois expor ao mundo, para o sensibilizar, para que tenha consciência das injustiças que acontecem, por vezes, debaixo do nosso nariz.
    Todas essas fotografias destroem o ser humano, começando pelo interior, chegando a um ponto de colapso, que foi o que aconteceu com Chema, como descobriu Isaac, seu irmão.
    Com uma linguagem simples, fácil de entender, o autor ao longo do livro dá-nos uma grande lição de vida: só aqueles que têm como filosofia de vida a humildade e a honestidade, e que as usam como seus maiores tesouros, são capazes de ir longe na vida.

  7. André Cabrita, 12º A diz:

    “Um Homem com um Garfo numa Terra de Sopas” foi o livro que li para o Contrato de Leitura do 1º período. Um livro de Jordi Sierra i Fabra, da editora Ambar (2ª edição) recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, o que, por si só, demonstra a sua qualidade.
    De facto, decidi ler este livro porque este me foi recomendado por vários colegas, que leram, e se renderam à sua qualidade.
    O livro aborda temas como a ambição das pessoas, o sucesso e a capacidade de lidar com ele, a honestidade e verdade, sobretudo ligada à comunicação social, entre outros. Este livro aborda também questões políticas, como a situação precária vivida por indígenas, a violência das armas que oprime os mais pobres, etc. Mas a mensagem mais importante só é transmitida no final, e por isso, não vou revelá-la. Desafio-vos a ler o livro e a interpretar a mensagem por vós próprios.
    O livro conta a história de dois irmãos, Chema e Isaac. Chema, um célebre fotógrafo, galardoado com um importante prémio de fotografia pela assutadora imagem de uma matança de uma mulher e seus filhos no México, suicida-se repentina e inexplicavelmente. Mas, antes de acabar com a sua própria vida, Chema deixa um bilhete ao seu irmão. Esse bilhete não explica as razões do suicídio, apenas conselhos, frases ambíguas que alimentam a frustração e incompreensão do seu irmão Isaac pela sua morte. Por isso, Isaac, um jovem estudante de jornalismo, decide investigar as razões do chocante suicídio do seu irmão. O resto do livro relata-nos a investigação de Isaac, que se envolve completamente na investigação, chegando a pôr em risco a sua própria vida.
    A leitura deste livro foi uma experiência gratificante, pois posso, seguramente, afirmar que o livro é muito bom, e por isso, que gostei muito de o ler. A história em si é muito interessante e nada irrealista, de facto, é bem ilustradora da realidade que se vive actualmente em lugares “longe das nossas vistas”. Algo que me agradou particularmente foi o amor e a “devoção” de Isaac por Chema pois eu também tenho um irmão mais velho e, na situação de Isaac, penso que teria feito exactamente o mesmo que este, ao decidir investigar.
    Outro aspecto que me agradou foi o estilo de escrita do autor. Muito simples, prático, de linguagem coloquial, sem ambiguidades. De facto, o livro é de leitura muito fácil, pois lê-se fluentemente, sem dificuldades de interpretação do sentido das frases. Outro aspecto que provoca esta fluência é o mistério das razões da morte de Chema. Este mistério é mantido ao longo do livro pois, à medida que Isaac descobre novas pistas, novas hipóteses surgem na nossa cabeça. Isto significa que, inevitavelmente, “encarnamos” Isaac, tentando encontrar as explicações da morte de Chema, o que nos impede de parar de ler pois também nós queremos encontrar a explicação de tão surpreendente suicídio.

  8. Sandrine diz:

    Fico contente pelo resultado supreendente que estes jovens como eu tiveram, uma vez que me foram propostos vários livros para ler, que mais tarde irei apresentar à minha turma. Estava indecisa na minha escolha, mas vendo as críticas, penso que não me resta qualquer dúvida que quero ter a oportunidade de ler um livro que inevitavelmente não conseguimos parar de ler😀

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