Lê um excerto da obra
Sobre a história…
As grandes paixões de Jess eram o avô e a natação. Foi por isso que ficou radiante quando soube que ia passar alguns dias de férias à casa onde o avô vivera a sua infância. Mas a alegria desvanece-se quando Jess descobre que o avô se encontra em estado terminal. Mesmo assim, o velho senhor parece estranhamente empenhado em terminar um quadro enigmático a que dá o nome «O Rapaz do Rio». Ao tentar ajudá-lo nesta última tarefa, Jess acaba por se deixar envolver pela tela, descobrindo a sua íntima relação com a vida do avô… Através de uma linguagem profundamente poética, Tim Bowler traça afinal neste seu «O Rapaz do Rio» uma metáfora sobre a vida, a morte e a perda e o crescimento interior que esta pode vir a despoletar. Uma obra galardoada em 1998 com a Medalha Carnegie. A não perder!
O que diz o autor…
O meu terceiro livro chama-se O Rapaz do Rio. […] O título apareceu primeiro na minha mente. […] Eu não fazia ideia do que as palavras significavam ou do que eu ia fazer com um rio e um rapaz, então começaram a surgir-me imagens do meu avô. Ele era um velhote adorável que morreu quando eu tinha 14 anos, nada parecido com o avô rabugento do livro, embora eu também viesse a afeiçoar-me a ele no final da obra. […] Escrevi um esboço mas este não parecia transmitir o que eu pretendia dizer, então um dia a minha mulher chegou a casa com uma pintura de um rio e de repente o avô tornou-se um artista e eu soube de imediato que o quadro, o rio, o rapaz e a natação se tornariam metáforas espirituais e que o livro seria sobre vida e morte, amor e esperança.
Tim Bowler
Prémios atribuídos a O Rapaz do Rio:
Carnegie Medal, 1998
Angus Book Award, 1999
O que disse o Júri do Prémio Carnegie Medal…
Esta excelente obra era uma clara vencedora. […] O Rapaz do Rio tem todas as características de um clássico – ganha em profundidade quando se relê, e leva o leitor numa viagem. Não se fica a mesma pessoa depois de ter lido este livro.
Júri do Prémio Carnegie Medal
Comentários de Leitores:
“Este livro tem magia, é fantástico! Nunca cheguei a perceber quem era o “rapaz do rio”… Mas adorei, não podia ser melhor e merece bem o prémio que lhe foi atribuído.“
Beatriz Albuquerque
“Adorei este livro… não só porque é muito mágico e cheio de mistérios, mas também porque foi o único livro que conseguiu com que ficasse com lágrimas ao canto do olho… Parabéns!”
Alexandra Gomes
“Amei este livro! Sem palavras!”
Zé Luís Oliveira da Silva



Está muito bem escrito